sexta-feira, 27 de maio de 2011

Programa transforma pixel-art em Vetor



Uma parceria entre um pesquisador da Microsoft e um pesquisador da Hebrew University teve resultados que podem ser a salvação (ou o pior pesadelo) dos jogadores retrô e puristas. Johannes Kopf e Dani Lischinski são os homens por trás de um algoritmo capaz de transformar imagens pixeladas de 8 ou 16-bit (como aquelas encontradas em jogos antigos) em imagens vetoriais.

Exemplos primitivos dessa tecnologia estão disponíveis há algum tempo (qualquer um que já jogou uma versão para PlayStation Network ou Xbox Live de um jogo retrô já se deparou com a opção de “amaciar” os gráficos), mas é a primeira vez que uma ferramenta dessas é desenvolvida exclusivamente para jogos clássicos – o que significa que ela é muito mais efetiva.

Essa ferramenta é capaz de analisar pixels e suas cores e, a partir daí, renderizar uma imagem de forma mais suave e detalhada. Existe uma explicação completa e complexa de como isso é feito, mas é mais legal pensar nisso como mágica por enquanto.

Fonte:kotaku.com.br

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Editora Conrad cancela One Piece e anuncia novos mangas

Recentemente cancelado no Brasil pela Conrad Editora, o mangá One Piece, de Eiichiro Oda, é o título mais vendido em seu país. Publicado na antologia semanal Shonen Jump (Ed. Shueisha), One Piece alcançou mais uma vez, na semana passada, o topo de vendas para as compilações de títulos individuais, os chamados tankobon.
De acordo com a listagem divulgada no ranking da Oricon (que mede vendas em várias mídias no Japão), o volume 62 da série vendeu mais de 2,3 milhões de exemplares. O segundo lugar do ranking de 2 a 8 de maio, Katekyo Hitman Reborn! vol. 34, de Akira Amano, mal passou das 300 mil cópias. É a terceira edição consecutiva de One Piece a encabeçar a lista dos mangás mais vendidos em seu país.

Fenômeno de popularidade em vários países seja como mangá ou na versão em animê, One Piece aguarda – e merece – uma nova chance no mercado brasileiro.

Também são mais quadros Sanctuary, Monster, Megaman e Dragon Ball. Apesar disso, ainda se mantém no mercado de quadrinhos japoneses, pois irá retomar Cavaleiros do Zodíaco – Episódio G e Battle Royale. A editora também irá republicar o clássico pacifista e antinuclear Gen – Pés Descalços.

Sucesso absoluto em vários países e mangá líder em vendas no Japão, One Piece dificilmente ficará sem editora no Brasil, mas de qualquer forma, sua interrupção na Conrad já frustrou os colecionadores.

Fonte: bigorna.net

domingo, 8 de maio de 2011

Arte do jogo FIRE STORM 2 - 3D

Estou num projeto de jogo chamado "FIRE STORM 2 - 3D" no fórum Game Maker Brasil, onde faço a parte gráfica do jogo, que são os sprites, quadros ilustrados que explica a história, até agora terminei os sprites e Logo, quando tiver os quadros ilustrados também posto uns dois.



segunda-feira, 2 de maio de 2011

Rio supera Toy Story em bilheteria mundial

A animação Rio, do brasileiro Carlos Saldanha, superou neste fim de semana as bilheterias de clássicos da Pixar como Toy Story e Vida de Inseto, segundo dados do Box Office Mojo. O desenho da Fox passou neste fim de semana de US$ 364 milhões mundialmente, sendo que Vida de Inseto conseguiu US$ 363 milhões e Toy Story chegou a US$ 361 milhões.

A boa marca se deve ao desempenho do longa fora dos Estados Unidos, onde Rio alcançou US$ 260 milhões, mais de 70% de sua bilheteria. No caso de Vida de Inseto, essa contribuição não foi além de 55%, e em Toy Story não passou de 47%.

Em contrapartida, ainda falta bastante para Rio conseguir o mesmo sucesso junto ao público americano. Enquanto fez US$ 103 milhões nos Estados Unidos, os outros dois conseguiram, na segunda parte dos anos 1990, chegar a US$ 162 milhões (Vida de Inseto) e US$ 191 milhões (Toy Story).

Como Rio ainda está apenas em sua terceira semana nos Estados Unidos, é possível que ainda alcance essas cifras no país.

Fonte: R7.com

domingo, 24 de abril de 2011

Animação Rio alcança primeiro lugar nas bilheterias americanas


A animição “Rio”, que conta a historia de uma arara azul que vem ao Brasil em busca de aventura, estreou no último fim de semana nos Estados Unidos e conseguiu arrecadar US$ 40 milhões (cerca de R$ 63 milhões), segundo informações da empresa Exhibitor Relations.
O suspense “Pânico 4”, de Wes Craven, ficou em segundo lugar nas bilheterias norte-americanas e arrecadou US$ 19 milhões (aproximadamente R$ 29 milhões). “Rio” e “Pânico 4” tiraram a liderança de "Hop - Rebeldes sem Páscoa”, que conta a história de um coelho adolescente. O filme caiu para terceiro lugar e ficou com US$ 11 milhões (pouco mais de R$ 17,3 milhões).

fonte: http://entretenimento.br.msn.com

terça-feira, 19 de abril de 2011

Sonic Generations - Uma novidade que promete



Sonic está fazendo 20 anos de idade. Desses 20 anos, os 10 primeiros são lembrados com carinho pela esmagadora maioria dos fãs, e os outros 10… bem, digamos que são odiados por esses mesmo fãs. Já faz uma década que nosso amigo azulado e espinhudo não se dá muito bem entre as críticas, seja da mídia especializada, seja dos fãs.
Mas o fato de a Sega ter lançado “um jogo pior que o outro” desde 2001 não importa nada quando ela está anunciando um novo Sonic. Porque, nos trailers, a Sega sabe mostrar o que todos os fãs querem. Ela sabe explorar nossas fraquezas, nossa nostalgia… e assim começa o “ciclo do Sonic“. A Sega anuncia um novo Sonic com tudo o que queremos, depois a Sega começa a mostrar todas as coisas que não queremos e, finalmente, o jogo é lançado, todos choram e xingam e dizem que nunca mais vão criar esperanças em relação a um jogo da série. Até o próximo anúncio.
Sonic Generations, a mais nova empreitada da Sega para comemorar os 20 anos de seu imortal mascote, vai ser assim? O novo trailer do jogo é empolgante o suficiente para me deixar desconfiado. O que já é, em si, um paradoxo. Ah, Sega, olha o que você fez com seus fãs…



Loopings, velocidade, 2D… está tudo aí. Até mesmo o velho Sonic barrigudinho está presente para fazer a alegria daqueles que odeiam a versão de olhos verdes do porco espinho. Parece bom, e isso já seria mais do que o suficiente. Parece realmente muito bom mas, no fim das contas, todos os jogos anteriores de Sonic também pareciam. E não foram.
Mas é impossível resistir à fantasia de um bom jogo com nosso querido porco espinho. Então, além de mim, quem já entrou no perigoso ciclo da expectativa?

Como gostei do texto da kotaku, por enquanto não vou postar meu comentário fica pra outro post

fonte: Kotaku.com.br